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Arte Bordallo

Réplicas do vastíssimo legado de Raphael Bordallo Pinheiro e seu filho, Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, até 1920, hoje produzidas pelas mãos dos artesãos da Fábrica, utilizando técnicas centenárias. 

Bilha - Bilha Segredo

Caixa - Caixa musgada com asa berbigão

Caixas - Caixa musgada com asa percebes

Figuras Movimento - Gabão Aveiro

Amêijoa

A amêijoa é um bivalve com uma grande diversidade de espécies. Possui uma concha que pode variar entre o cinzento claro e o castanho escuro ou os tons creme, castanhos ou acinzentados, com estrias e linhas bem marcadas, apresentando um quadriculado caraterístico da espécie. Este molusco vive no fundo do mar, perto da costa, ou nos leitos dos rios e lagoas, enterrado na areia ou na lama. É um animal filtrador e alimenta-se de microalgas arrastadas pelas correntes, capturadas através de um prolongamento em forma de tubo ou sifão. A sua reprodução ocorre no verão.

Andorinha 6

Em 1896, Raphael Bordallo Pinheiro regista a patente das suas andorinhas de cerâmica, provavelmente, ao perceber que se podiam transformar num verdadeiro símbolo português. Não de enganou, as andorinhas do artista começaram em bandos a habitar as casas, em Portugal e nos vários países onde portugueses residiam, sendo fácil identificá-las pelas andorinhas.

Berbigão

O berbigão é uma concha escavadora e filtradora que vive enterrada a uma profundidade de mais ou menos 5 centímetros, na areia ou na lama, onde filtra o fitoplâncton da água para sua alimentação. Se ameaçado, pode afundar-se rapidamente pela retração do pé que o mantém ancorado, o que por vezes lhes permite escapar de seus predadores. É muito comum e pode ocorrer em densidades de até 10.000 animais por metro quadrado. Por possuir alta tolerância a ambientes de salinidade reduzida, também é frequentemente encontrado em estuários.

Cantaril

O cantaril, avermelhado no dorso e rosa esbranquiçado no ventre, tem um corpo robusto, olhos grandes e salientes e possui espinhos muito caraterísticos. É encontrado no Atlântico nordeste e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores, onde habita no fundo marinho, de 200 a 1 000 metros, muitas vezes entre destroços submarinos. É uma espécie solitária que se junta apenas no verão, na altura da reprodução. Alimenta-se de peixes e crustáceos durante o dia, ficando inativo durante a noite.

Caranguejo

Os caranguejos são crustáceos que conseguem sobreviver dentro e fora de água. Os seus corpos achatados estão cobertos por uma carapaça dura que lhes assegura proteção. Têm também patas compridas e finas que lhes permitem caminhar debaixo de água, nadar e abrir covas. As pinças, utilizadas para atacar e apanhar as presas, constituem o primeiro par de patas. As suas antenas desempenham diversas funções, incluindo a de órgãos sensoriais, permitindo-lhes detetar alimentos. Os seus olhos salientes podem recolher-se dentro da carapaça, para maior segurança. De ábitos noturnos, costuma passar o dia escondido entre rochas e corais.

Carapau

O carapau tem um corpo alongado, cinzento com matizes azuis no dorso e prateado no ventre e flancos. É encontrado no Atlântico nordeste, no Arquipélago da Madeira e no Mar Mediterrâneo, onde habita desde a superfície até ao fundo, em zonas costeiras com 100 a 200 metros de profundidade. Forma grandes cardumes que efetuam migrações consideráveis, alimentando-se de pequenos peixes, crustáceos e moluscos. Reproduz-se de dezembro a abril. O carapau pode designar-se jaquinzinho ou chicharro, consoante o seu tamanho.

Charroco

O charroco (também designado encharroco ou peixe-sapo), tem uma cor castanha esverdeada e alimenta-se de caranguejos e pequenos peixes. É um animal solitário que emite sons e habita habitualmente na areia ou em cavidades, podendo viver até 10 anos. Não possui escamas e os seus olhos situam-se no topo da cabeça. Trata-se de uma espécie marinha de água salobra, atingindo, nos indivíduos do sexo masculino, os 50 centímetros de comprimento.

Chicharro

Peixe bastante comum no Oceano Atlântico e por todo o Mediterrâneo, o chicharro nada geralmente em numerosos cardumes ao longo de toda a costa portuguesa e atinge uma profundidade moderada. Realiza migrações consideráveis, alimentando-se de pequenos crustáceos, peixes e moluscos, e reproduz-se entre dezembro e abril.

Faneca

Habita no Oceano Atlântico nordeste, desde o sul da Noruega até Marrocos, e no Mar Mediterrâneo, em zonas rochosas ou arenosas, formando pequenos cardumes. Os jovens vivem mais próximo da costa, podendo penetrar em estuários. Na primavera, para se reproduzir, desloca-se para zonas mais próximas da costa. Alimenta-se de crustáceos, moluscos e pequenos peixes e o seu comprimento máximo é de 45 centímetros.

Goraz

O goraz possui tons avermelhados e uma mancha negra junto à cabeça, e tem a particularidade de o interior da sua boca ser laranja avermelhado. É encontrado no Atlântico nordeste, onde habita junto ao fundo marinho, até aos 700 metros, vivendo os juvenis em cardumes mais perto da costa. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e moluscos. Reproduz-se no verão e no outono.

Lagosta

A lagosta, com as suas caraterísticas antenas e pinças, é um crustáceo com um corpo que pode atingir os 50 centímetros de comprimento, revestido por uma espessa carapaça espinhosa. A lagosta gosta de locais de vegetação ou áreas rochosas, desde que existam muitos moluscos para se alimentar. Durante o dia, permanece escondida nas cavidades das rochas ou em emaranhados de algas. À noite, sai em busca de alimento, retornando ao abrigo de manhã. Quando ameaçada, a lagosta desloca-se rapidamente dobrando o abdómen, com a cauda aberta em leque, ao mesmo tempo que mantém as patas e antenas orientadas para a frente. A lagosta é encontrada entre 70 e 200 metros de profundidade, mas costuma aproximar-se da costa durante o período de reprodução.

Mexilhão

O mexilhão é um molusco bivalve com uma concha oval de cor negra, através da qual se consegue agarrar a outros organismos. É encontrado no Atlântico nordeste e na costa portuguesa, em estuários e habitats oceânicos, vivendo em zonas rochosas entre marés, até aos 10 metros de profundidade. Fixa-se nas rochas agrupando-se em grandes “cachos” por via de uma estrutura chamada bisso, alimentando-se de fitoplâncton e outras partículas orgânicas através de filtração.

Pargo

Os pargos juvenis encontram-se normalmente em áreas pouco profundas e abrigadas, migrando depois para zonas mais profundas. Na sua fase adulta, o pargo habita, sobretudo, em profundidades entre os 50 e os 150 metros. Porém, peixes desta espécie podem ser encontrados até aos 250 metros de profundidade. Os pargos agrupam-se em cardumes e os maiores exemplares podem chegar aos oito quilos. Estes exemplares só são encontrados longe da costa e em águas mais profundas.

Percebes

O habitat natural do percebe são as rochas localizadas na zona entre marés, embora possamos encontrá-los em áreas um pouco mais profundas. Vivem em conjunto, formando grandes “cachos”, fixados firmemente às rochas, que são a sua defesa contra os mares mais bravos. Curiosamente, os percebes desenvolvem-se mais rapidamente onde existe maior agitação. Estes crustáceos são uns verdadeiros resistentes que vivem expostos à rebentação das ondas na base das falésias. Porém, como têm pouca capacidade de locomoção, são por vezes arrastados pelas correntes oceânicas.

Robalo

O robalo tem um corpo alongado de cor cinzenta prateado, com reflexos azuis. É encontrado no Atlântico nordeste e no Mar Mediterrâneo, onde habita em cardumes junto aos estuários, enquanto juvenil, pois adapta-se a águas de baixa salinidade. Em adulto habita águas até aos 100 metros de profundidade, vivendo mais solitário. Alimenta-se de peixes, crustáceos e moluscos. Reproduz-se de janeiro a abril.

Ruivo Grande

O ruivo é uma espécie que nidifica na nossa costa a profundidades consideráveis. Alimenta-se de pequenos moluscos, crustáceos e alguns peixes. Como o próprio nome indica, a cor deste peixe é o vermelho alaranjado. Tem cristas e placas ósseas na cabeça e ao longo do dorso. As barbatanas peitorais são muito grandes, lembrando asas. O ruivo é um peixe que prefere as águas frias dos fundos, onde vive, pesando no máximo, entre 8 a 10 quilos.

Ruivo Pequeno

Salmonete

O salmonete é um peixe avermelhado de pequenas dimensões. É encontrado no Atlântico nordeste e Mar Mediterrâneo, onde habita no fundo do mar, até aos 100 metros. Forma cardumes e alimenta-se de crustáceos, pequenos moluscos e peixes. Reproduz-se do final do inverno até ao início do verão. Os salmonetes juvenis habitam mais à superfície, apenas indo para águas mais profundas quando atingem a idade adulta. Os dois barbilhões debaixo do seu queixo são órgãos sensoriais que usa para tactear o fundo e encontrar comida.

Santola

A santola tem uma carapaça convexa arredondada, de cor avermelhada ou acastanhada, com numerosos pequenos espinhos. É usual estar coberta de algas e anémonas, confundindo-se com o meio circundante. Habita no Atlântico nordeste, no Arquipélago dos Açores e Mar Mediterrâneo, em fundos arenosos e rochosos de águas dos 10 aos 150 metros de profundidade. Alimenta-se do que encontra no fundo, incluindo algas e pequenos bivalves. Reproduz-se de maio a julho. As fêmeas de santola acasalam após a muda de carapaça, ficando mais vulneráveis aos predadores, razão pela qual os machos da sua espécie formam uma barreira de proteção ao seu redor.

Sapateira

A sapateira tem uma carapaça robusta, mais larga do que comprida, de coloração vermelho acastanhada, e duas pinças fortes com as pontas pretas. É encontrada no Atlântico nordeste e mar Mediterrâneo, onde habita em águas menos profundas nos primeiros seis meses de vida, altura em que assenta no fundo em profundidades até 100 metros, incluindo rias e estuários. Alimenta-se essencialmente de crustáceos e bivalves, que captura e mata por esmagamento com as suas pinças. Reproduz-se durante a primavera e o verão, depois de a fêmea mudar a carapaça. A fêmea de sapateira transporta no abdómen até 3 milhões de ovos durante seis meses, e durante esse tempo permanece debaixo de rochas ou enterra-se em buracos que escava.

Andorinha 12

Em 1896, Raphael Bordallo Pinheiro regista a patente das suas andorinhas de cerâmica, provavelmente, ao perceber que se podiam transformar num verdadeiro símbolo português. Não de enganou, as andorinhas do artista começaram em bandos a habitar as casas, em Portugal e nos vários países onde portugueses residiam, sendo fácil identificá-las pelas andorinhas.

Andorinha 20

Em 1896, Raphael Bordallo Pinheiro regista a patente das suas andorinhas de cerâmica, provavelmente, ao perceber que se podiam transformar num verdadeiro símbolo português. Não de enganou, as andorinhas do artista começaram em bandos a habitar as casas, em Portugal e nos vários países onde portugueses residiam, sendo fácil identificá-las pelas andorinhas.

Andorinha 15,5

Em 1896, Raphael Bordallo Pinheiro regista a patente das suas andorinhas de cerâmica, provavelmente, ao perceber que se podiam transformar num verdadeiro símbolo português. Não de enganou, as andorinhas do artista começaram em bandos a habitar as casas, em Portugal e nos vários países onde portugueses residiam, sendo fácil identificá-las pelas andorinhas.

Azulejo Borboleta 13

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo pequeno borboleta, representação do naturalismo de Raphael Bordallo Pinheiro, tem simultaneamente inspiração Art Nouveau, depois da participação do artista na decoração no Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Paris, em 1889.

Azulejo Borboleta 19

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo grande borboleta é uma representação do naturalismo de Raphael Bordallo Pinheiro com influencias Art Noveau, depois da participação do artista na decoração no Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Paris, em 1889.

Azulejo Gafanhoto 14,5

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo gafanhoto é uma representação do naturalismo de Raphael Bordallo Pinheiro com influencias Art Noveau, depois da participação do artista na decoração no Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Paris, em 1889.

Azulejo Rãs c/ Nenúfar 13

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo rã pequeno é uma representação do naturalismo e doa gosto Arte Nova de Raphael Bordallo Pinheiro,

Azulejo Rãs Grandes 13

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo rã grande é uma representação do naturalismo e do gosto Arte Nova de Raphael Bordallo Pinheiro.

Caixa Borboletas

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo pequeno borboleta (C. 1905), representação do naturalismo de Raphael Bordallo Pinheiro, tem simultaneamente inspiração Art Nouveau, depois da participação do artista na decoração no Pavilhão de Portugal na Exposição Universal de Paris, em 1889, sendo mais recentemente, utilizado como tampa para caixa.

Caixa Flor Meio

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo renascença flor ao meio (1884 – 1905) é uma representação do naturalismo de Raphael Bordallo Pinheiro, sendo mais recentemente utilizado como tampa para caixa.

Caixa Gafanhoto

Caixa Rã Grande

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo rã grande (1884 – 1905) é uma representação do naturalismo e gosto Arte Nova de Raphael Bordallo Pinheiro, sendo mais recentemente utilizado como tampa para caixa.

Caixa Rã Pequena

Raphael Bordallo Pinheiro produz uma notável produção de azulejos, destinados a revestimentos de interiores e exteriores tratados como elementos decorativos de grande importância. Dos azulejos relevados, de padronagem aos figurativos, impõe-se a sua originalidade e qualidade dos vidrados aplicados manualmente. O azulejo rã pequena é uma representação do naturalismo e do gosto Arte Nova de Raphael Bordallo Pinheiro, sendo mais tarde utilizado como tampa para caixa.

Bacalhau

Habita as águas geladas do Atlântico norte e do Ártico. Durante séculos, essas águas foram frequentadas principalmente por bacalhoeiros portugueses que retornavam carregando as toneladas de peixe já limpo e salgado. Os bacalhaus são grandes e atingem em média 1,2 metros de comprimento e 40 quilos de peso. São animais muito vorazes, engolindo tudo o que se move ao seu redor. O seu regime alimentar inclui os mais variados organismos marinhos, como peixes, lulas, crustáceos e outros moluscos. Vivem em cardumes numerosos, às vezes formados por milhares de indivíduos.

Bule Cabeça Banhista

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Bule Grande Chinês

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Bule Janota

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, policia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Bule Pequeno Toureiro

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista? etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Bule Polícia Inglês

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Bule Sra. Chapéu c/ Abelha

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Cabeça Carneiro

Peça de autoria de Raphael Bordallo Pinheiro, fazendo parte da coleção de cabeças de animais para suspensão de parede.

Cão Fó

Peça da autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro com influência oriental.

Jarra Caracóis

Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, continuador da obra de seu pai, Raphael Bordallo Pinheiro, utilizando apontamentos naturalistas numa decoração mais estilizada.

Folha Castanheiro

Folha gigantesca de parede. Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro, testemunhando a excelente representação naturalista na cerâmica do artista.

Ama das Caldas

A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Elegante

Figura de movimento A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Janota Chapéu Alto

Figura de movimento A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Padre

A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Policia Civil

Figura de movimento A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Policia Secreto

A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Sacristão

A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Saloia c/ Cesto

Figura de movimento Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro

Velha Alcoviteira

Ou Maria da Paciência, da autoria de Raphael Bordallo Pinheiro é a companheira do conhecido Zé Povinho. Uma representação burlesca e caricatural de um tipo de mulher popular. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais

Gato Assanhado

Raphael Bordallo Pinheiro tinha uma adoração especial por gatos. O próprio, em história aos quadradinhos no jornal “António Maria” confessa ter sido “gato noutra encarnação”. Os seus gatos ficaram bem conhecidos nos seus cartoons e em peças de cerâmica, talvez porque os gatos sejam animais que arranham frequentemente, em atitude semelhante à sátira política dos seus cartoons.

Bilha Pato

Peça zoomórfica em forma de jarro, de Raphael Bordallo Pinheiro, com pintura naturalista.

Jarro c/ Lagartixa

Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, continuador da obra de seu pai, Raphael Bordallo Pinheiro, utilizando a lagartixa como apontamento naturalista numa decoração mais estilizada.

Jarro Flor Copo-de-Leite

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro que estabelece um jogo entre nome e funcionalidade, ao aliar a função utilitária de um jarro à forma da flor jarro.

Cabaça c/ Lagarto

Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, continuador da obra de seu pai, Raphael Bordallo Pinheiro, utilizando o sardão sobre uma jarra em forma de cabaça em decoração expressiva.

Jarra c/ Líbélula

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro com decoração de charco de água, vegetação e libélula em relevo. Pintada manualmente segundo as técnicas de origem, sendo por isso, cunhada com o carimbo de produção artística da Fábrica Bordalo Pinheiro.

Macaco na Corda

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro, o macaco para suspensão na corda faz parte da galeria de animais em cerâmica que o artista produziu. Raphael Bordallo Pinheiro gostava particularmente de macacos chegando mesmo a ter um, no seu chalet de cortiça, no parque da Fábrica de Faianças das Caldas.

Paliteiro Burro

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro. O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Cabra

Modelo de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro; O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Caracol

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Carneiro

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro. O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Galinha

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Galo

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Peru

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Perua

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Porca

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Raposa

Modelo de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro; O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Paliteiro Touro c/ Forcado

Raphael Bordallo Pinheiro cria a coleção de bules: cabeça de Janota, chinês, toureiro espanhol, polícia inglês, banhista etc. e alterando o conceito da simples intenção utilitária, transforma-os em verdadeiras peças de arte e humor. A arte da caricatura foi sempre uma presença na obra de Raphael Bordallo Pinheiro revelando a comicidade de personagens, fossem elas populares, políticas ou sociais.

Paliteiro Veado

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro O paliteiro com a dupla função decorativa/utilitária era um objeto de uso comum no Séc XIX. Raphael Bordallo Pinheiro desenvolve uma coleção de animais paliteiros com as caraterísticas naturalistas da cerâmica Bordalliana.

Cachepot Patos

Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, continuador da obra de seu pai, Raphael Bordallo Pinheiro, utilizando apontamentos naturalistas em decoração mais estilizada.

Prato c/ Andorinhas no Ninho 28

Em 1896, Raphael Bordallo Pinheiro regista a patente das suas andorinhas de cerâmica, provavelmente, ao perceber que se podiam transformar num verdadeiro símbolo português. O prato com andorinhas no ninho exprime a afeição de Raphael Bordallo Pinheiro por esse animal.

Prato Grande c/ Castanhas 45

Peça da autoria de Raphael Bordallo Pinheiro. Prato de parede com representação de ramo de castanheiro, utilizando as técnicas do musgado, nos ouriços das castanhas, e os escorridos, na pintura do prato.

Prato Grande c/ Frutos 45

Modelo da autoria de Raphael Bordallo Pinheiro Prato com vários frutos em pintura naturalista a vidrados.

Prato Grande Caça 45

Modelo da autoria de Raphael Bordallo Pinheiro Prato de parede com animais de caça, pintado ao estilo naturalista com vidrados. Uma natureza morta em cerâmica Bordallo.

Cachepot Rãs

Peça de autoria de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro, continuador da obra de seu pai, Raphael Bordallo Pinheiro, utilizando a rã como elemento decorativo em friso.

Jarra Grande Duas Rãs

Réplica mais pequena de grande jarrão da fábrica de Manuel Gustavo C. 1916, usando 2 rãs como decoração no bojo da jarra.

Jarra Média Duas Rãs

Réplica mais pequena de grande jarrão da fábrica de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro C. 1916, usando 2 rãs como decoração no bojo da jarra.

Jarra Pequena Duas Rãs

Réplica mais pequena de grande jarrão da fábrica de Manuel Gustavo C. 1916, usando 2 rãs como decoração no bojo da jarra.

Rã Grande Deitada

Modelo de Raphael Bordallo Pinheiro, a rã grande para suspensão faz parte da galeria de animais em cerâmica que o artista produziu. Mais tarde foi utilizada também para decorar jarrões gigantes e fontes.

Sardinha - Sardinha Natural

A sardinha, com a sua cor negra e azul prateada, mais escura no dorso e mais clara nos flancos e ventre, é encontrada no Atlântico nordeste e no Mar Mediterrâneo, onde habita em zonas costeiras, entre 25 a 100 metros de profundidade. Efetua migrações em grandes cardumes que durante o dia se protegem dos predadores, em águas mais profundas, e à noite sobem para águas mais superficiais para se alimentarem de algas e pequenos crustáceos. Reproduz-se de outubro a abril, uma altura em que é mais magra e não tão saborosa. A sardinha é o peixe mais popular das festas e arraiais de verão em Portugal, e também a principal espécie usada na indústria conserveira portuguesa.

Toma Médio

O Zé-povinho é uma excelente criação de Raphael Bordalo Pinheiro. Nascido no jornal humorístico “A Lanterna Mágica “, em 1875, é o símbolo do modesto povo português, que tudo paga e que a tudo ri, ingénuo, sensível e desconfiado, respondendo a todos que o oprimem com o conhecido manguito em sinal de resistência. O Zé-povinho é posteriormente produzido em cerâmica e faz parte da colecção das famosas figuras de movimento criadas por Raphael Bordalo Pinheiro.

Zé Povinho

O Zé-povinho é uma excelente criação de Raphael Bordalo Pinheiro. Nascido no jornal humorístico “A Lanterna Mágica “, em 1875, é o símbolo do modesto povo português, que tudo paga e que a tudo ri, ingénuo, sensível e desconfiado. O Zé-povinho faz parte da coleção das famosas figuras de movimento em cerâmica criadas por Raphael Bordallo Pinheiro.